quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018


Nativa ou não, Americana ou não, musical ou não, esta imagem ajusta-se que nem uma luva ao imaginário romantico do FarOeste ...


Será o Nacionalismo isto, apenas? Que também é isto, sabemos, mas talvez seja bem mais do que isto ...!



Publicado por alguém, quiçá com o patético objectivo de nos esclarecer, de vês, relativamente ao que se tem vindo a passar pelo rectângulo denominado de Portugal.

Uma manifestação grandiosa de Hefesto ou de Vulcanus!
Talves não no Olimpo mas algures pelas Américas ...


Fala-se muito em aquecimento global mas, por aqui, o que há é frio global.
Falar de barriga cheia não custa ...

Foz da Égua - algures nas fraldas da Serra da Estrela e pouco acima (NW) do Fundão.
O tempo parou por aqui.
Sobre este local é escusado os historiadores inventarem ou fantasiarem; as pegadas de boa parte das vidas que por aqui passaram ainda estão quentes ...


Nunca, até hoje, vi uma fisionomia  ou expressão facial tão exótica!
Espero que seja um feliz acaso de mistura étnica e não o resultado de mais outra experiência "transgênica".

Guarda Nocturno ... algures por paisagens geladas ...

Restos de alguns instrumentos do Mundo Rural Açoriano.
Esta Terra, que já foi quase "Incógnita", já só consome produtos certificados pela Norma ISO 9000124587 e aceites pela União Europeia.
É verdade; é mais fácil comprar a grandes estrangeiros com dinheiro oferecido a título de "subsídios". Todavia, uma geração depois, está-se dependente e já não se sabe como evitar essa dependência. Será que as conquistas das democracias foram apenas isto: desarticulação da produção "independente"?



Caranguejo Fidalgo! 

Desconhecem-se as origens aristocráticas deste crustáceo. Todavia foi ele durante séculos parte integrante das delícias gastronómicas do mundo insular Atlântico. Presentemente anda incompatibilizado com a salvadora do Mundo, a ASAE, e desapareceu dos roteiros domésticos e turísticos.







Experiências extremas marcam!
Será que essas marcas são os únicos sinais de que estamos vivos e que por aqui passamos?

Pois é, nos dias que correm a companhia tende a resumir-se, ridiculamente, ao smartphone ...

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Não tinham Certificado de Qualidade nem se conformavam com nenhuma Directiva Europeia.
Mas serviam melhor do que aqueles que agora cumprem essas directrizes, uma vez que atendiam às necessidades dos utilizadores e às dos fabricantes locais.

Entre perspectivas de caos e de perfeição haverá algo de permeio?

Vale sempre a pena alternar, quando uma determinada direcção não dá certo. Todavia entre peixes desta especie "venha o diabo e os escolha". Nesta "poça" dificilmente se obterá algo de diferente.

Por falar em fotografos geniais, esta foto do Faial e Pico é o produto de génio.
Não sabemos de quem foi mas suspeitamos que tenha sido de quem a publicou no FB: Francisco Ferreira.


Sei que estes cavacos já são raros; mesmo raríssimos. Mesmo assim tenho sempre receio que me caiba algum mal escolhido!

- O meu aplauso para o fotógrafo "Faialense".
Não sei se é uma mão a apontar para o céu - ou um dedo em gesto obsceno. Os Americanos ou Mexicanos lá sabem!

Há dias e dias. Em alguns o dia é dos carros, noutros é dos camelos. Ou ao contrário.


A polivalencia é um trunfo - mas há polivalencia que se transforma em inutilidade!





Aposto que as Dunas a que o GNR Rui Reininho se refere na sua canção não são estas!





Existem questões importantes na vida e a possibilidade de trânsito para a eternidade é uma delas.
Todavia parece que ninguém tem pressa em esclarecer semelhantes questões ou dúvidas.

Talvez seja um paraíso Invernal, algures pelas bandas dos Alpes
 























Aplaude-se o fotografo, apesar de não se imaginar quem seja.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Navios de Cruzeiros nos Açores - O que se pode deles esperar.


 



Fez-me alguma impressão a quantidade de gente e organizações que encontrei à espera deste navio. Se me fosse encomendada peça jornalística a tentar demonstrar o grande impacto da acostagem destes navios nas Portas do Mar, não seria difícil fazer uma peça, até apoteótica se fosse pedido.

Todavia não me foi feita tal encomenda, nem outra de sentido contrário.


O facto é que fiquei para ali a observar aquele inesperado movimento de gente à procura de turistas que quisessem gastar mais uns trocos com viagens, com guias, com carros e jipes e, de facto, não fiquei com inveja de nenhum deles, excepto das grandes organizações locais que consignam os navios, que alugam autocarros, que fornecem géneros perecíveis (os outros não são aqui carregados) e que descarregam o lixo (praticamente uma única organização local a levar a maior fatia destes serviços). A taxa de acostagem cobrada nem tem grande relevância.

Não quero afirmar que daquela oferta de carros, carrinhas, jipes, condutores e guias não tenha encontrado procura - porque teve. Agora a percentagem daqueles que ali estiveram a oferecer serviços e que encontraram procura não pareceu encorajadora de entrar naquela onda.

Estas ilhas padecem de um mal crónico. Quando alguém segue numa direcção e tem algum sucesso e que não se consegue “blindar” contra concorrência, uma “bando” imita a iniciativa e acaba-se o filão num instante. E se a multidão o não faz, encarregam-se as instituições (por falta de imaginação ou energia) por encoraja-lo.

De facto toda aquela azafama estava baseada num segmento de fragilidade atroz, com o grosso daquelas viatura parcialmente subsidiadas por um qualquer sistema oficial de incentivos, com obrigações de cumprimento de dezenas de condicionantes de natureza administrativa e legal, com obrigações bancárias e fiscais leoninas e com titulares a fazer aquilo por falta de alternativa de ocupação.

Não nos atrevemos a fazer as contas da rentabilidade media do capital empregue naquela actividade mas não é coisa que demorasse muito tempo a fazer. Ter uma frota de meia dúzia de “Jipes” para ocupar uns 30 ou 40 dias por ano, com combustiveis e outros consumíveis, condutores, seguros, manutenção, provisões para degradação, e uma catrefada de licenças adicionais, boa parte delas de renovação anual e pagas, não parece ser possível sustentar se não for com outras fontes de rendimento paralelas e seguras.

Em nenhum sitio que não seja “Hub” de cruzeiros turísticos (porto onde carregam e descarregam) aquela actividade deixa receitas significativas – mas há quem insista que nas Ilhas existe excepção a essa regra.
Portanto há quem afirme que esta visão de irrelevância para a economia local da paragem destes cruzeiros está errada - e eu espero bem que esteja mesmo. Mas para me convencer de que está errada será necessário mais do que duas contas de somar e mais do que a retórica de um membro de partido político eleito ou escolhido por ser engraçado ou popular.












O Transporte Aéreo Português e Insular - com base ou suporte Publico.


Sobre os serviços públicos de transporte aéreo que tem vindo a se desenvolver e a crescer no espaço nacional e insular, quer no bom sentido quer no mau, vale a pena revisitar artigo publicado nos Açores, no Ano da Graça de 2006, cujo link a seguir se anexa.



Em caso do link acima estar dispovível, um alternativo segue abaixo


Em altura própria transferir-se-á para aqui sumário do processo que levou à criação, operação, declínio, absorção e transformação da Oceanair Transportes Aéreos Regionais SA, constituída a 10/12/1990 e adquirida pela SATA em 1994, em SATA Internacional em 1998.